Games | Resenha - Game of Thrones Card Game

Olá pixels! Então, depois de vencer algumas (várias) partidas contra o Rafael, do blog Aquele Nerd Nervoso, resolvi fazer uma resenha sobre um dos LCGs que costumamos jogar: O de Game of Thrones.



Mas Adriana, o que diabos é um LCG?

A sigla significa Living Card Game, que, diferente dos TCG  (Trading Card Game, como Magic, por exemplo, onde cada booster que você compra vem com as cartas randomizadas), você sabe quais cartas vem em cada deck e o que são capazes de fazer. No entanto, há as opções de expansão, onde você pode comprar outros decks para complementar o jogo (o que é opcional), mas isso já é história para outro post.



Bem, AGoT-LCG pode ser jogado de 2-4 pessoas, ou até 6 se você adquirir os decks das casas Martell e Greyjoy, o que como eu disse, é opcional.

Obviamente o jogo acompanha um manual, que, acredite, você vai precisar. Ele acabou sendo muito mais fácil do que eu pensei, mas há variantes que só depois de muita prática com as casas que você realmente acaba se "desapegando" do manual.


























O jogo funciona da seguinte forma: Primeiramente, cada jogador escolhe uma das grandes casas de Westeros. O jogo acompanha 4 decks, sendo eles: Stark, Baratheon, Lannister e Targaryen. Mas como mencionei anteriormente, é possível adquirir os decks das casas Martell e Greyjoy, fora as expansões.













Em seguida, cada jogador embaralha as cartas e separa as cartas de plano, que são 7 em cada deck. São cartas na horizontal, que indicam cada estratégia da fase, quantidade de ouro que cada jogador recebe naquela fase, influência e iniciativa. Cada jogador escolhe aleatoriamente uma carta de plano de sua casa e, aquele com o maior número de iniciativa, começa. (Infelizmente a garota que vos fala esqueceu de fotografar as cartas de plano )= )

O jogador com o maior número de iniciativa em seguida escolhe um título. Cada título trará uma vantagem para o jogador que o escolher durante o jogo. Por exemplo, aquele que escolher o título Mestre da Moeda, ganha +2 de Ouro por turno, a Mão do Rei ganha +2 de Influência, e assim por diante.

Os títulos possuem, além das cartas, peças que a indicarão no tabuleiro.











Como ficam as peças posicionadas no tabuleiro:



Esses espaços redondos no tabuleiro nas cores dourado e azul representam os espaços para as moedas de ouro (utilizadas para comprar as cartas e descê-las para a mesa)...


E as suas moedas de poder, que você ganha por cada partida ganha. O jogador que atingir 15 moedas de poder primeiro, vence o jogo.


Cada carta tem suas habilidades, e para cada uma delas, há um indicador. O machado vermelho indica que o ataque é militar. Aquele que perdê-lo (soma-se a força das cartas atacantes x das cartas de defesa da casa adversária e a com maior soma vence), deve escolher e matar um personagem de sua casa. Já o ataque verde, com o olho, é um ataque de intriga, onde o jogador que perder deve escolher e descartar uma carta de sua mão. E, por último, a coroa, do indicador azul, indica um conflito de poder, onde o perdedor deve voltar uma das suas moedas de poder para o tabuleiro.

Acreditem ou não, esses são somente alguns conceitos básicos sobre o jogo. Há vários outros indicadores nas cartas (como Nobreza, Lorde, Força e Custo em Dragões de Ouro), fases, como Supremacia, Marcha, Compra, Planejamento...
Apesar de ser um jogo com muitas, muitas regras, é um jogo muito divertido. A forma como ele realmente se integra a história dos livros é surpreendente. O melhor, na minha opinião, é que o jogo é de fato, fiel aos livros, e não ao seriado, a começar pelas ilustrações.
É um jogo longo, eu e o Rafael já tivemos uma partida de até 5 horas (que teria sido ainda maior se estivéssemos jogando com mais pessoas), mas não é nada que possa ser considerado um desperdício de tempo, ao contrário, valeu super a pena.







Vale lembrar que todas as fotos utilizadas nesse post foram feitas e editadas por mim.
Nós compramos o jogo na Leitura, por R$ 149,90.


Copyright © 2012, All rights reserved. Under CC 2.5 Brazil License.

Get the Pixels, desenvolvido por Adriana Amaral